Forthem

Eu construo seu rosto à lapis
Eu fiz uma lápide
Eu deixei passar

Eu guardo memórias selvagens
Que arranham meu olhos por dentro
Eu aguento

Eu vivo como morto
Eu corro toda tarde
Eu não consigo fugir

Eu canso e paro de vez
Eu nunca sei, nada sei
Eu caio

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