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Mostrando postagens de abril, 2018

Aquela armação transparente

Ela é viva e transparente Tão quanto suas lentes Eu a vejo como algo sutil e ela ri Dos meus grossos modos Sou nada gentil Mas ela perdoa Jarderlany é única E vive em mim Neste momento, outros eu lamento Nada posso fazer Você vai embora e eu fico Se outra surge Eu peco Perdoa, eu não te esqueço E juro Para ti escrevi um poema