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Lhe escorriam simples e crespos, das raízes as pontas, mas combinava com seu semblante selvagem, ela era a prenuncia de uma tempestade de fogo.
Os tempos eram de guerra e fome, e passeavam pelo povo as mais desgraçadas pestes, entre elas a pior era o ódio mútuo, o ódio de si mesmo e dos outros pelo que não mais se podia fazer, os rostos sujos qual porcos em seus chiqueiros e não mais se sentia odor, não pela ausência, mas porque seus olfatos se encontravam saturados demais para perceber coisa alguma.
A terra podre concebeu Ester, A mulher das vilas sangradas. Seu povo era faminto, mas não mais rogava piedade morta, saia e caçava, lutava reerguia paredes e templos de um Deus fugido.
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